Libélulas

Quantos fantasmas para formar suas asas translucidas?
Quanta indiscrição, desilusão, humilhação…
Quantas asas pesadas afogadas no mar?
Quanto vendaval travestido de beijo?
Fantasias rasgadas…
Carencias, abraços, desertos…
Para então acreditar no vento.
No intento leve para as asas mais leves ainda.
Para o céu, o sol e o são.

Leticia Calmon

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